Homem de 24 anos casa com prima de 81 para evitar serviço militar

Homem de 24 anos casa com prima de 81 para evitar serviço militar
Crédito: CEN

Autoridades na Ucrânia estão investigando as alegações de que um homem de 24 anos se casou com sua prima de 81 anos com deficiência, para que ele não tivesse que lutar no exército.

Alexander Kondratyuk de 24 anos, disse que desenvolveu um forte vínculo com sua prima, que tem 57 anos a mais que ele. Ele também negou que só se casou com ela para deixar de prestar serviço militar.

A noiva Zinaida Illarionovna, 81. Crédito: CEN

O recrutamento na Ucrânia significa que todos os homens são obrigados a servir nas forças armadas, embora haja isenções concedidas a pessoas por motivos médicos.

Também pode ser evitado pela necessidade de cuidar de um cônjuge doente ou deficiente.

Alexander ficou isento da necessidade de se juntar ao exército, quando se casou com sua prima, enquanto apresentou a certidão de casamento dizendo que sua nova esposa é deficiente.

O casamento ocorreu em uma pequena vila perto da cidade de Vinnitsa, na Ucrânia. A cerimônia foi realizada nas margens do Southern Bug, um dos maiores rios do país.

Homem de 24 anos casa com prima de 81 para evitar serviço militar
Alexander Kondratyuk, 24, jovem marido. Crédito: CEN

Os repórteres questionaram a senhora idosa e ela insistiu que ele era um bom marido, que cuidava dela. Mas os vizinhos disseram que nunca vêem o homem na área.

Um disse a uma emissora de TV local que a mulher, Zinaida Illarionovna de 81 anos, “era mais visitada por seus sobrinhos, netos e irmãs do que por seu suposto marido”.

Segundo relatos, eles disseram que ela morava na casa sozinha. O único sinal visível do casamento era o certificado que Alexander carregava toda vez que o exército aparecia para conseguir novos recrutas.

Quando ele mostra os certificados de casamento e de invalidez, ele pode ir para casa sem se inscrever.

O comissário Aleksandr Danilyuk, responsável pelo Comissariado Vinnitsa – a organização que lida com o recrutamento na área – confirmou que ele tinha o direito de ter seus documentos de alistamento deferidos por ser o guardião legal de uma pessoa com deficiência registrada.

O exército confirmou que não investigará as acusações. Crédito: CEN

O comissário Danilyuk disse que legalmente não havia nada que pudesse ser feito – o homem tinha a documentação correta para dizer que era morador na casa e cuidava dela.

Mas um especialista em direito disse que, se quisesse, o exército poderia chamar vizinhos de testemunhas, se houvesse alguma dúvida de que ele realmente morava na casa.

Um advogado, Roman Korchenyuk, disse:

Se eles provarem que não há casamento válido e que não vivem juntos, então ele pode ser chamado para prestar serviço militar.

No entanto, oficiais do exército confirmaram que não estão interessados ​​em investigar o assunto e que, se a publicidade não o envergonhou para aparecer, ele pode continuar com o acordo.

(Fonte)


Pelo menos ele não vai ter o mesmo problema deste outro homem com seu casamento:

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